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quarta-feira, 22 de março de 2017

Inspiring ladies


Se há coisa que todos na minha família me chamam é aventureira. Dizem que não tenho medo de nada e que admiram a minha capacidade arriscar. O meu namorado diz que sou "safa", a versão dele para dizer que sou desenrascada e que não dependo de ninguém. A verdade é que desde nova que sou muito autodidacta, procuro as minhas próprias soluções para os problemas e vou atrás do que quero (isso não quer dizer que tenha tudo o que quero, mas podem ter a certeza que faço o máximo que está ao meu alcance). 

Apesar de ser algo que faz parte da minha personalidade, a verdade é que também é reflexo dos ídolos que tenho. Lembro-me de ficar tremendamente triste com a morte da Princesa Diana, apesar de ainda nem ter capacidades para ter uma noção completa do que ela fazia e o que simbolizava, mas o facto de ir "contra" a vontade da família real para ser a Princesa do Povo soava-me a algo correcto, justo e inspiracional. Tal como ela, houve mais quem me inspirasse a ser a minha própria pessoa, sem medo, trabalhadora, independente e sem medo de expressar o que tenho a dizer. 


É óbvio que a história da J.K. Rowling é das coisas que mais me inspira. Admiro selfmade people. Quem não tem cunhas, ajudas e só depende de si e do seu cérebro para ultrapassar as adversidades. 

Lembro-me de ler o meu primeiro Harry Potter quando ainda estava na primária. O facto do lançamento em Portugal coincidir com o sucesso que alcançou nos Estados Unidos facilitou descobrir mais sobre quem estava por trás de um livro que, para uma criança de 7/8 anos, não passava de uma aventura com magia. 

Como é natural, o facto de Rowling ter vivido em Portugal tornou a história dela mais impactante aos olhos de uma criança, mas a verdade é que desde pequena vi na autora a ideia de "se ela conseguiu, eu também consigo". Na altura podia significar ler em voz alta ou mandar um bilhete ao rapaz giro da turma mas, à medida que fui crescendo, a J.K. Rowling tornou-se como um símbolo de "só preciso de mim mesma para ter sucesso". Contra tudo e contra todos, há que continuar a tentar. 





Audrey Hepburn é um ídolo um tanto recente (quem diz recente fala de depois da maioridade e não de há 3 semanas). Apesar de sempre a adorar pela sua beleza e estilo clássicos, o que me fez idolatrar a cara de Holly Golightly foi o facto de falar 5 línguas e recusar voltar a casar-se após o divórcio do seu marido, tornando-a excepcional na sua Era. 

Como se não bastasse, Audrey dedicou parte da sua vida como Embaixatriz da UNICEF, sendo actualmente mais conhecida pelo seu trabalho humanitário que como a babe de Hollywood. 







Claro que tinha de mencionar a Princesa Diana. É certo que muitos detalhes da sua vida e morte são "adornados" pelos media. Simultaneamente a vemos como a pobre coitada como a pior coisa que já pisou terras britânicas. Seja como for, há muito na sua figura que é de admirar. 

Aquilo que se supõe que fez da Princess Di a pessoa mais odiada pela Família Real, o facto de falar demasiado e abertamente sobre os podres da realeza, foi uma das coisas que, ao crescer, aprendi a admirar na sua persona. Certo que podia controlar os media, certo que podia ser mais calculista que se imagina, mas Diana não tinha medo de dizer a sua verdade, de mostrar as disparidades da riqueza em Inglaterra nem de dar a cara, de forma activa, pelos mais necessitados.



Que figuras vos inspiram pessoalmente? 

segunda-feira, 20 de março de 2017

NARS Radiant Creamy Concealer

NARS Radiant Creamy Concealer

Uma das coisas que fez os meus olhinhos brilhar de alegria quando cheguei a Madrid foi ver NARS em todo o lado. Tanto no ECI como na Sephora (embora esta última venda pouquíssimas coisas e em poucas cores por lá), era tão fácil aceder a esta novidade que quase bati palminhas... sozinha... no centro comercial. Depois de experimentar o famoso Orgasm e achá-lo demasiado unf para mim e de ficar super desiluda com a Sheer Glow, acabei apenas por trazer comigo o Radiant Creamy Concealer

NARS Radiant Creamy Concealer

Segundo a marca, é um corrector hidratante (lies), com tecnologia de difusão de luz para um efeito iluminado. Feita com pós minerais, a fórmula foi pensada para corrigir as imperfeições em vez de apenas tapá-las. Tem uma textura cremosa, com cobertura média a alta, por isso é o típico caso de a little goes a long way.

Não tem parabenos,sulfatos, álcool nem fragrâncias sintéticas. 

NARS Radiant Creamy Concealer

Trouxe comigo o tom Vanilla (embora saiba que o Crème Brulée seja o tom mais indicado para mim mas como andava sempre esgotado e têm apenas meio ponto percentual de diferença por isso não há stress) e ainda hoje tenho uma relação agridoce com ele.

Comecemos pelo facto de ele não ser, de forma alguma, hidratante. Acho que usar a palavra hidratante numa fórmula composta com pós é um pouco contraditório. Se tiver peles secas, ele vai salientá-las. Esta também é a razão porque ainda não me convenceu como corrector de olheiras. Apesar de dar o toque mais luminoso e America's Next Top Model que já experimentei, acaba por se enfiar nas linhas finas. 

No que toca a corrigir pequenas imperfeições de pele, não há melhor. Tapa tudo com apenas um toque do aplicador (em doe foot, ou seja, semelhante aos glosses). Não pesa na pele e não sai ao longo do dia. 

NARS Radiant Creamy Concealer

Se voltava a comprar? Sim e não. Não é um produto que se tornou imediatamente um Holy Grail mas sem dúvida que se tornou essencial quando quero um flawless look. É bom tê-lo de lado para ocasiões especial mas para o dia-a-dia há opções mais em conta.

Preço: 29€ no ECI e Sephora (comprei-o ainda quando estava em Madrid)/ 27€ na LookFantastic.

Já experimentaram o corrector estrela da NARS? Que corrector utilizam no dia-a-dia? 

sábado, 18 de março de 2017

Mickey lá, Mickey cá

 
Uma boa razão para me seguir no instagram são as minhas histórias. Volta e meia partilho lá coisas interessantes. Durante esta semana, por exemplo, o evento do Mickey e os Superpilotos destinado a crianças que me deu a nostalgia dos melhores momentos por Madrid.



Com direito a foddies Disney, ver um episódio na sala de cinema e tirar fotos com o Mickey, o evento teve o objectivo de promover a nova aposta do Disney Junior, Mikey e os Superpilotos. Uma espécie de Wacky Races com as personagens da nossa infância.


Para mim foi apenas uma desculpa para comer docinhos e voltar ao universo Disney que todos sabem que adoro. Além disso, ainda pude rever alguns dos meus antigos colegas deste lado!

Por isso já sabem: Disney, rosa e piadas secas, tudo no meu instagram

quarta-feira, 15 de março de 2017

Make a living, make a home...

Decor magazine

A parte positiva de estar desempregada é a imensidão de oportunidades que temos à ponta dos dedos. Há quem crie negócios a partir de hobbies, quem se dedique inteiramente a perder o peso que tem a mais... mas eu? Eu foco-me, a cada CV que envio, no salário multimilionário que gosto de imaginar que vou receber. Depois do valor em mente, é só perder-me por websites de decoração e começar a planear como vou decorar o meu pequeno apartamento estúdio, totalmente branco, que vou encontrar no centro de Lisboa com uma renda a menos de três dígitos. Que dizer? J'aime rêver...

Se sou positiva, extremamente sonhadora ou simplesmente uma pobre iludida também ainda não decidi MAS cada um arranja os seus mecanismos para encarar as adversidades. Sonhar ser rica ao que parece é o meu (é o de toda a gente mas enfim, alguém haverá de ser o unicórnio e ainda credito que serei eu!). 
Decorative ideas

Rosa, vintage, minimalista e Disney, é assim que imagino o meu espaço (para muito desagrado do meu namorado que diz só me deixar ter coisas rosa na casa de banho - estamos em fase de negociação: o quarto ou a vida de solteiro). Quero ter plantas, quero velas e quero almofadas. Quero um pequeno espaço (porque não quero perder dias a limpar) e uma cachorrinha salsicha chamada Rosie (que me vai fazer passar dias a limpar). Até receber aquela oferta do ordenado mínimo que destrói os sonhos de toda a gente, quero poder imaginar coisas felizes e rosa. 

Como imaginam/que visões têm para a decoração da vossa casa? Sou a única que perde horas a ver páginas de decoração? 

segunda-feira, 13 de março de 2017

Bye, bye hair!


Marta Rodrigues' new hair

Depois de meses de "faço, não faço", decidi finalmente cortar o cabelo! Além de ser uma eterna apaixonada por cabelos compridos e ondulados (Miley Cyrus circa 2010), achei que era altura de fazer uma mudança.

Desde os 18 anos que tenho o mesmo corte de cabelo e praticamente a mesma cor e, quer queira quer não, já lá vão quase 7 anos. Uma pessoa acaba por se aborrecer. Já tinha tentado fazer uma franja (que desisti dela passados 3 dias - felizmente estava comprida o suficiente para pôr para o lado) e tentei fazer um ombré (que com o meu cabelo ainda preto ficou um show de horrores). A ideia que quero transmitir é: já há muito que queria mudar mas nunca gostei de nada o suficiente para mantê-lo.

Lembram-se das insónias que falei no post anterior? "Engraçado" terem surgido logo após eu fazer a marcação não é? Pelos vistos a vossa amiga aqui deste lado tem balls suficientes para se mudar sozinha para outro país mas ir ali ao cabeleireiro é um ai jasus! Patética esta moça, sinceramente.

Entre os meus nervos e os da minha cabeleireira (que já me acompanha a "chorar" pelo cabelo comprido há anos) a coisa ficou exactamente como eu queria. Digo e volto a dizer, não confio o meu cabelo a mais ninguém. Até o meu namorado diz "tens uma sorte em ter uma cabeleireira de jeito..." portanto se até o homem o nota, tenho mesmo de estimá-la muito bem!

Se não se lembram como tinha o cabelo (já que andava tão saturada que só vivia de rabos de cavalo) podem ver aqui.

Costumam fazer mudanças radicais no cabelo ou também ficam com insónias antes do derradeiro dia? 

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