Pages

Header bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader bannerHeader banner
Mostrar mensagens com a etiqueta emprego. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta emprego. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Sobre os 3 Meses a Procurar Emprego Pós Disney

Vogue Magazines, It by Alexa Chung and Flat Out Fabulous by MAC
Foto do meu instagram (martaxrodrigues)

Por acaso já reparei que uma das temáticas que traz maior interacção por aqui é toda a questão do emprego. Se for analisar de forma racional, é compreensível. A faixa etária que mais visita o blog é exactamente a minha e se há coisa que define os loucos 20s são as incertezas profissionais.
Quando decidi deixar o meu trabalho para ir para um estágio profissional apresentei-vos aqui a minha linha de raciocínio dessa decisão. Dado que andei quase 3 meses em entrevistas e a negociar propostas, pensei em falar-vos dos trabalhos/empregos/ofertas que me foram apresentadas e o porquê de não as ter aceite. 

FACEBOOKINSTAGRAMPINTEREST

quarta-feira, 15 de junho de 2016

De trabalho para Estágio... De Cavalo para Burro?


Para quem não sabe, em Fevereiro abandonei o meu trabalho para vir estagiar para a Disney em Madrid. Antes de ter esta oportunidade, ponderei deixar o meu trabalho por um estágio numa revista (na altura até questionei no Facebook se deixariam um trabalho estável por um estágio na vossa área de sonho), mas acabei por não fazê-lo. Qual a diferença?! Porquê deixar a estabilidade de um trabalho para correr o risco de um estágio? 

As respostas variam de pessoa para pessoa mas, durante o processo de 3 meses em entrevistas com a big D, estas foram as ponderações que me ajudaram a tomar a minha decisão:

1. Crescimento profissional. Eu sou uma pessoa ambiciosa. Quero melhorar e quero crescer como profissional. O lugar onde estava, apesar de me oferecem um lugar efectivo, não me ia levar a lado nenhum. Tinha 1001 responsabilidades mas era uma mera secretária em contrato e, aos olhos do meu patrão, ao ser mulher era também assistente pessoal. Sentia-me desvalorizada e, em apenas 6 meses, estagnei. 
A Disney ofereceu-me um mundo novo, onde além de funções similares às que já tinha, ia aprender a trabalhar com novos programas. Ia subir o nível nas responsabilidades mas também ia saber o que é lidar com trabalho numa dimensão multinacional. Ainda que não tenha posto fixo, este tipo de experiência não está ao nível de todos e está a fazer-me crescer imenso como profissional.

2. Estou a fazer algo que realmente gosto. Apesar de ambos os trabalhos estarem vocacionados para a televisão e relacionados com a animação, o meu trabalho pouco se aproximava daquilo que gostava: os bonecos. 
Aqui, já o disse imensas vezes, mesmo que não goste de fazer x actividade gosto do que estou a trabalhar. Por exemplo: legendar é uma actividade repetitiva e entediante mas é diferente legendar um programa de jardinagem ou A Pequena Sereia. Compreensível, não?!

3. Estou a cumprir um dos poucos objectivos profissionais que tinha. Penso que já comentei por aqui que era o tipo de alienígena que não sentia vocação profissional. Sempre gostei de ler, portanto escrever vem com essa paixão. Gosto de beleza. O que junta os dois? Jornalismo de Moda, claro. Mas é uma escolha lógica com base nas minhas paixões e talentos, não é como as crianças que desde os 6 que querem ser veterinárias. 
Quando estava a terminar a licenciatura comecei a pensar "o que é que posso fazer sem me odiar para o resto da vida?" e tudo o que me vinha à cabeça era Vogue ou Disney. A verdade é que tive a sorte de estagiar numa revista feminina, só me restava uma coisa. Posso acabar por nunca ter um trabalho em qualquer uma das duas, mas pude experienciar o que é trabalhar em ambas.

4. Crescimento Pessoal. Não fiz Eramus, mal viajei, nunca tinha vivido fora de casa. Estava quase a meio dos 20s e ainda nem tinha tido um "cheirinho" do que é ser adulto. O facto de ter de me mudar para Madrid, sozinha e ser responsável pela minha sobrevivência foi das coisas mais entusiasmantes que fiz na minha vida. 
O tempo sozinho ajuda-te a conhecer a ti mesmo, a saber o que realmente és vs. o que sabes que deves fazer para agradar os outros. Desenvolves os teus ritmos, as tuas rotinas e não dás satisfações a ninguém. Tens as tuas responsabilidades e tens de ser tu a ser responsável por elas.

5. A remuneração. Falar de amor e uma cabana é muito bonito, mas não é disso que se vive. A verdade ao assinar um contrato efectivo no meu trabalho, ia aceitar estar (o que se presume) para o resto da vida, a migalhas acima do ordenado mínimo. Lamento se pensam que sou presunçosa, mas não esforcei na licenciatura e mestrado para me debater se pago a luz ou a água este mês. Esta também foi a razão porque não aceitei o estágio na revista. 
Logicamente não ia deixar um ordenado (por muito baixo que seja) para receber apenas ajudas de custos. Lá está, amor e uma cabana é bonito mas não te leva longe. Além disso, a entrevista foi uma conversa muito aberta e casual e basicamente disseram-me é um meio muito fechado e difícil, basicamente seria um risco sem frutos.
Na minha situação actual, consigo sustentar-me (afinal sou apenas uma estagiária), todos os "luxos" são das minhas poupanças. Contudo ainda assim recebo (ligeiramente) mais do que recebia no meu trabalho... apenas já não vivo na casa dos pais. 

6. Pensamento estratégico e explorar opções. Recebem um CV, tem mais impacto um pequeno estúdio em Portugal ou um nome como a Disney? A Maria ou a ELLE? Este tipo de escolhas também têm de ser estratégicas. Há que saber o que vai enriquecer o nosso currículo e fazer-nos destacar dos restantes. 
A variedade também é um factor muito importante para mim. Tenho 24 anos, saí da Universidade há um. O que é que eu quero?! A melhor resposta é explorar. Aceitar oportunidades que me mostrem aquilo que gosto ou não profissionalmente. Dentro da mesma área há 1001 opções, impossível saber qual me realiza mais se não explorar. 


Esta publicação tem o intuito de mostrar que não têm de se resignar porque "é um trabalho". É óbvio que há casos e casos mas há que manter a motivação e ser ambicioso. Abandonar algo certo para "ir à procura" não tem de ser mau se for bem ponderado e vos vai trazer frutos, mesmo que sejam apenas a nível do vosso bem estar psicológico.

Qual a vossa opinião no assunto? Agarrar o trabalho ou ir atrás do sonho? 

FACEBOOKINSTAGRAMPINTEREST

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

5 Coisas que Aprendi no Primeiro Trabalho



Para quem não sabe comecei a trabalhar o ano passado. Dois meses após terminado o mestrado e na minha área. Embora pareça um sonho, nem tudo são rosas. Contudo, permitiu-me aprender algumas coisas sobre o mercado de trabalho e as relações laborais. Aqui ficam apenas algumas delas.

1. Os adultos não têm a vida tão organizada quanto pensamos. Conto pelos dedos das mãos os dias em que a minha colega não entra no estúdio a dizer que acordou há 10 minutos ou me liga a porque está atrasada e precisa que avance com qualquer coisa. Literalmente estas pessoas são os adultos que sempre tememos ser: passar a roupa de véspera e só mesmo porque tem de ser, saltar o jantar por preguiça e acordar 10 minutos antes da hora de entrada, o que implica uma rotina de pressas. Aos fins-de-semana metem-se na cama com os tablets ou pcs e entram num estado catártico. Basicamente os adultos de hoje em dia são apenas adolescentes com casa própria. 

2. É uma extensão do secundário. Há grupinhos. Há as víboras que contam tudo ao patrão e há os cool kids que estão sempre a hang out na pausa do tabaco. Todos convivem amigavelmente mas há sempre conversas nas costas de "tsk, ouviste o que x disse?" à hora de almoço. Sinceramente, acho que encontrei mais maturidade durante a universidade que no trabalho. 

3. Somos sempre ignorantes. No bom sentido, claro. A verdade é que há sempre imeeenso por aprender e, se formos inteligentes, podemos aprender e evoluir ao oferecer ajuda ao colega e ao tomar atenção ao nosso redor. Desde que comecei a trabalhar, abri os olhos para um mundo de realidades que nunca tinha imaginado.

4. O ambiente é quase tão importante quanto a remuneração. Admito que não adoro de morte o meu trabalho mas ajuda-me imenso pela manhã saber que posso ir ter com colegas com que posso contar, rir e ser eu mesma sem estar sempre com reservas de profissionalismo. Já fiz um estágio em algo que adorava mas odiava o ambiente e, a mal ou a bem, estou mais feliz ao poder estar à vontade com os meus colegas. 

5. Temos de manter-nos firmes. Principalmente no caso de primeiro emprego. Somos jovens, somos frescos e isso, para muitos empregadores, significa que somos moldáveis e fáceis de enganar. Não há vergonha nisso, aprende-se com a experiência. Contudo, há que mostrar, desde início, que sabemos pôr os pontos nos is, as leis laborais, os nossos direitos e tudo por demais, caso contrário somos tratados como carne para canhão. 

Como foi a vossa primeira experiência laboral? É muito díspar da minha? Caso ainda não trabalhem, estes pontos vão de encontro às vossas expectativas? 

FACEBOOKINSTAGRAMPINTEREST

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Não vou para a faculdade. E agora?


A fase da nossa vida que sucede o final do 12º ano é muito incerta, cheia de receios, ansiedades e noites em branco. Mesmo os que sabem que vão para a faculdade têm razões para ficar sem sono, "e se não entrar na primeira opção?", "será que vou para o curso certo?", "sigo a minha paixão ou um curso empregável?". No entanto, acho que os que sofrem mais são os que sabem (ou decidem) que não vão para a faculdade. 
Quer seja por escolha própria, questões monetárias (tentem pedir bolsa antes de desistir), não saberem que curso seguir ou simplesmente porque é algo que não querem fazer, pensem que há opções para quem não vai para a faculdade. Não é por não tirarem um curso superior que ficam resignados às caixas do Continente ou ao balcão de um café. Se é isso que vos deixa felizes, tudo bem, mas para quem tem aspirações maiores, o diploma não é garantia de nada.

Algumas hipóteses a considerar:

Voluntariado. Se o que vos está a impedir é não ter a certeza do que querem fazer da vida, o voluntariado pode ser uma escola valiosa. As vossas funções podem passar por tudo: organização, servir às meses, recepção, relações públicas, o que for. Aprendem a ser flexíveis, a trabalhar em equipa e, em alguns casos, até conseguem receber algum dinheiro. O voluntariado também vai ser uma mais valia no vosso currículo, que vos pode abrir mais portas que alguma vez imaginaram. 

Workshops/formações/mini-cursos/conferências. Não seguir um curso profissional não significa que não se queira aprender mais. Há várias opções para aprofundar conhecimentos nas áreas que vos interessa ou explorar mundos novos que nem sequer imaginavam. Grande parte deste tipo de acções conferem algum tipo de certificado, que, mais uma vez, vai ser bastante útil para o vosso futuro. Além dos workshops independentes, há vários tipos de formações que são "oferecidas" por universidades. A FCSH, por exemplo, tem uma escola de Verão, com mini-cursos nas mais variadíssimas temáticas, e tem cursos livres, que são cursos de curta duração leccionados como uma cadeira de um curso, algumas até em regime e-learning. Outras universidades com cursos de Verão são a Universidade do Algarve, a Universidade de Coimbra e a Universidade de Aveiro. Há muitas mais que oferecem este tipo de formações, basta procurarem nas faculdades da vossa zona. 
Dependendo ainda dos vossos interesses, procurem por cursos e formações nessa área. Há imensas escolas de moda e styling, cursos de maquilhagem e de designer de unhas, cursos de instrução de Zumba, as possibilidades são infinitas. Estes cursos não são inferiores a um curso da Universidade, apenas têm uma duração mais curta, uma temática mais específica e, em alguns casos, mais técnica, algo que é valorizado no mercado de trabalho. 
Ps. Há certas instituições que oferecem cursos às pessoas inscritas no Centro de Emprego. Uma colega estava a tirar um curso super completo sobre Plataformas Multimédia no Cenjor através dessas regalias. Informem-se num CE perto de vós. 

Trabalho "medíocre" em algo que gostem. A motivação pode levar-nos mais longe do que imaginamos. Falando agora na primeira pessoa, eu tenho a certeza que era capaz de ser feliz a trabalhar na Sephora, por exemplo. No entanto, sei que trabalhar em cafés me deixa infeliz. Provavelmente era capaz de ser "promovida" na Sephora porque gosto de aprender sobre beleza e maquilhagem, enquanto num café não aguento mais que 2 meses. Isto para dizer que, se gostarmos mesmo de onde estamos, não nos incomoda começar por baixo. Com motivação, esforço e dedicação, podemos tornar um trabalho num emprego. É difícil, sim, mas não é impossível.
Um exemplo motivacional: a prima de uma colega de universidade desistiu do curso começou a trabalhar numa Zara, foi promovida e teve de começar a ir para fora em trabalho. No final acabou por se tornar a Coordenadora de Vendas da Tommy Hilfiger. Dream big

Criem projectos paralelos ao que sonham. Quem ser chefes de cozinha mas não têm dinheiro para um curso? Façam um canal do YouTube onde partilham os vossos pratos. Querem ser designers? Façam redes sociais para o vosso trabalho e exponham-no. Querem trabalhar no mundo editorial? Um blog é uma boa aposta. Sejam consistentes, não desistam e não tenham vergonha de partilhar! 

Aproveitem o Verão. A praia é boa, mas esta também é a melhor altura para encontrar um trabalho temporário e explorar coisas novas. Não estou a falar apenas de vender bolas de berlim na praia. Muitas empresas recrutam pessoas neste tempo para fazer as férias dos seus empregados. Duas semanas como secretária(o), outras duas numa seguradora, uma quinzena na recepção de um ginásio. Aprendem coisas valiosas em todos os lugares que entrarem, aproveitem essa experiência. Quem sabe alguma das empresas gosta tanto de vós que vos chama no futuro?

Carreira Militar. Aposto que esta vai ser a sugestão que menos agrada, mas a verdade é que pode ser uma forma de fazer carreira, receber bem, ter regalias valiosas na saúde sem que a questão das habilitações literárias se meta no caminho. De tempos a tempos abrem concursos públicos no site da GNR ou da PSP. É certo que não é para todos, mas certamente será o futuro de alguém. 

Candidatem-se a estágios. A candidatura é grátis e não perdem nada em fazê-la. Façam candidaturas espontâneas para lugares onde gostariam de trabalhar. Digam que vão tirar o café do Manuel Luís Goucha e no currículo aparece estágio na TVI. Procurem principalmente coisas regionais. Bibliotecas Municipais, cinema local, jornal regional, geralmente são menos picuinhas com os cursos e ganham experiência e currículo.

Não tenham vergonha das cunhas. O primo do tio do vosso avô disse que estavam a recrutar no Benfica? Passem-lhe o currículo. Não há problema em ter conhecimentos, o problema está em usá-los para ficar à sombra da bananeira sem trabalhar. Não sejam preguiçosos e ninguém vai dizer "ela só está aqui porque é sobrinha da ex-empregada do Jorge Jesus". 

Façam um bom currículo. Trabalhem-no, personalizem-no, sejam irreverentes (mas profissionais). Às vezes a originalidade fala mais alto que qualquer diploma. Tornem-se únicos e indispensáveis. Enviem propostas ricas junto do vosso currículo. Criem um portefólio do que já fizeram. Vendam o vosso cérebro e as vossas capacidades, não o vosso percurso académico.

Não tenham medo de explorar várias áreas. Não ir para a faculdade não tem de ser uma limitação. Tanto que um curso não significa que têm um bom emprego garantido (a prova número um sou eu, olá amigos no desemprego!). Não significa também falta de ambição ou de sonhos. Façam o que é melhor para vocês, aproveitem oportunidades e tudo se resolverá. 

Espero ter ajudado a, pelo menos, acalmar a vossas mentes. Há muitas possibilidades por aí, a universidade não é a única. Não se esqueçam ainda que podem ingressar no ensino superior a qualquer altura da vossa vida, esta escolha não é definitiva. 

Acharam o post útil? Há mais alguma possibilidade que tenham em mente? Deixem nos comentários para quem estiver à procura de mais alternativas. 

FACEBOOKINSTAGRAMPINTEREST

segunda-feira, 18 de maio de 2015

O dilema dos currículos


Estou quase oficialmente fora do estatuto de estudante e isso é algo que verdadeiramente me assusta. Há dois anos atrás, quando acabei a licenciatura, tinha a hipótese de me fazer à vidinha ou tirar um mestrado. Como é óbvio escolhi a ultima hipótese. Isto deve-se não só ao medo horrível de me tornar adulta e entrar para as terríveis estatísticas do desemprego, mas também porque gosto genuinamente de aprender e estudar. No entanto, agora não há volta a dar e, entre tanta coisa que tenho para descobrir agora como o IRS, recibos verdes, inscrever-me no centro de emprego, etc., há o grande mistério dos currículos. 
A minha área é letras/comunicação e como todos nós sabemos, são 7 cães a um osso, por isso temos de nos destacar de alguma forma. Maior parte dos meus professores e amigos dizem que o Europass é o nosso maior inimigo, outros por aí fora dizem que é o modelo que devemos seguir porque transmite seriedade. 
Só sei que isto tudo me deixou um impasse incrível. Devo apostar num currículo mais personalizado ou ficar arriscar ficar retida entre 2000 candidaturas idênticas? Posto desta forma a resposta até parece simples, mas não é. Tudo depende sempre de quem lê o nosso currículo. Por exemplo, não me imagino a enviar uma candidatura para a Relógio D'Água ou até mesmo para o Continente com um currículo com apontamentos a cor-de-rosa (coisa de bom gosto, não florinhas), porque, na minha cabeça, não me vão levar a sério. Mas se calhar se enviar para alguma revista feminina já podem achar piada. Ou até não, sei lá. 
Uma amiga disse-me que nestas coisas é preciso arriscar. Ela tem razão, mas o nosso currículo é o primeiro impacto que um possível empregador tem de nós. Se achar o meu currículo todo alternativo uma coisa horrenda, a minha cara e o meu nome ficam logo marcados. Mesmo que, um ano depois, envie o tradicional Europass, possivelmente as minhas hipóteses serão mais reduzidas comparativamente a outras candidaturas. Depois há os que dizem que ter muitas cores é bom, porque chama a atenção, outros afirmam com o Europass é mais fácil ver os pontos fortes e fracos de cada candidato porque está tudo formatado da mesma forma. Ora muito obrigado! Uma pessoa assim nunca se consegue decidir.
Ainda que indecisa, passei este Sábado a trabalhar um currículo diferente. Um que fosse a minha cara. Consegui meter tudo bonitinho numa só página. Inovei na forma de apresentar as línguas e a mim mesma. Não tive medo de usar cor. Na minha opinião, está adoravelmente profissional e fiquei orgulhosa do meu trabalho. Agora resta-me arranjar coragem para o enviar. Acho que este dilema é mais fácil para quem está em áreas mais criativas, como Design, porque já se espera um factor diferenciador.
Só sei que, neste momento, tenho os dois e, quando estiver em frente ao email,  logo decido qual submeter. Depois digo-vos como a coisa resultou. 

E vocês, que tipo de currículos usam? Quais acham mais eficazes? Digam-me as vossas opiniões que bem preciso de me decidir.

        

FACEBOOKINSTAGRAMPINTEREST

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...