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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Alice do Outro Lado do Espelho


O meu estágio dá-me oportunidades que nunca pensei vir a ter, entre elas estar presente em ante-estreias com as estrelas dos filmes. Obviamente que a da Tini não me disse nada, sinceramente só fui porque achei que seria engraçado (ao menos lá consegui pipocas e um goody bag) mas a ante-estreia do Alice do Outro Lado do Espelho contou com a presença de James Bobin, director do filme, e Mia Wasikowska, a protagonista, o que deixou a Gran Via caótica. 

Para quê? Para o director dar um discurso altamente genérico "ai demorou muito a fazer, ai foram muitas pessoas (o que acredito, os créditos são 15 minutos - ele mesmo o disse), ai a Mia foi muito boa". Apontam o holofote para a "Alice", dá um sorrisinho falso, vai-se embora e começa o filme. Ai a magia da red carpet. 



Em relação ao filme, nem sei o que dizer. Talvez deva começar pelo facto que não vi o primeiro e que todos os que foram ver o filme comigo lhe ficaram totalmente indiferentes. Possivelmente porque a ante-estreia emitiu uma versão dobrada (só eu sei o quanto revirei os olhos quando oiço o "CAPITÁN!" inicial) mas sinceramente, não impressionou ninguém.

A verdade é que a história (que não vou contar para não spoilar nada) deixou bastante a desejar. Contudo, descobrimos alguns detalhes interessantes como o porquê do tamanho e formato da cabeça da Rainha de Copas. Apesar da história se centrar no Chapeleiro Louco, a personagem tem menos tempo de ecrã do que seria de esperar e, sinceramente, acho que a performance do Johnny Depp já revela o quão envelhecido está.

A moral é muito Disney: Temos que dar valor à nossa família porque só temos uma. Nada original, nada comovente. Ah e claro: temos de dar valor ao tempo. A minha avó era capaz de me dizer ambos em 2 minutos, não precisava de um filme de 2h.
Pior: o "segredo" do filme é relevado antes de começar todo a acção. Quem tem mais de 10 anos consegue juntar as peças do puzzle num instante. 

Literalmente, só as cores e o 3D é que tornaram o filme cativante. Ainda assim, quando estrear, devo vê-lo novamente no cinema em inglês, só para tirar as teimas... e dar uso aos bilhetes que me dão. 

Venha a Dory! 

Estão curiosos com o filme? 

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sábado, 10 de outubro de 2015

Halloween Countdown #4: Terror da Disney

Como pré-anunciei ontem, decidi criar uma pequena saga para o mês de Outubro dedicada ao Halloween. A ideia é nos próximos sábados, até ao derradeiro dia 31, fazer publicações focadas somente nesta temática. 
Apesar de por cá não se dar muita importância a este dia (embora tenha a sensação que o interesse anda a crescer), acho que acabamos sempre, nesse dia, por fazer algo relacionado com o Dia das Bruxas.

Como a Disney já não aparecia por cá há muito tempo e porque simplesmente não sou capaz de ver filmes de terror sozinha, deixo-vos a sugestão de 5 filmes sobre esta festividade, com o toque caloroso da Disney.

Something Wicked This Way Comes


Inspirado no romance homónimo de Ray Bradbury, também autor do clássico Fahreinheit 451, a adaptação de 1983 da Disney traz terror para toda a família.
Quando Mr. Dark surge na pequena cidade Greentown e, num piscar de olhos, monta a sua feira popular, a Mr. Dark's Pandemonium Carnival, os jovens Will e Jim ficam simultaneamente fascinados e aterrorizados.
Fora os seus estranhos e assustadores companheiros de feira, Mr. Dark parece saber os desejos mais secretos de toda a cidade. No entanto, ao torná-los realidade, há um preço a pagar. Juntamente com Charles Halloway, pai de Will, que parece pressentir que something wicked this way comes, os dois jovens decidem descobrir o que se passa e salvar o lugar a que chamam casa.
Este filme revela uma era em que a Disney não temia ser mais arrojada com os elementos bizarros que introduzia nos seus filmes. Talvez seja essa a razão por que o filme apela a miúdos e graúdos.



Hocus Pocus

O grande clássico de Halloween lançado, em 1993, pela maior casa de animação do mundo. O momento único em que Sarah Jessica Parker consegue ser a mais bela do cast. Realmente este filme é grandioso.
Em 1693, na era da caça às bruxas, em Salem, no estado de Massachussets, as irmãs Sanderson são enforcadas. Mas, em 1993, Max, que se mudou para Salem, acende uma vela, acabado por trazê-las de volta. Agora no século XXI, as irmãs não se conseguem acostumar ao novo mundo a que regressaram, mas planeiam manter o seu plano de há 300 anos: roubar as almas das crianças de Salem, começando por Dani, a irmã de Max.
Perante esta situação, Max segue o conselho de Binx, o gato falante, e rouba um livro de feitiços para se livrar das pragas que persistem em trazer terror ao divertido Hallooween.
Este filme ainda se mantém no registo do anterior. É uma trama familiar, cómica onde os elementos de terror são bem mais explícitos que em filmes da gigante da animação actuais, tornando-o divertidamente aterrador.


Nightmare Before Christmas

Ao contrário do que se pensa não foi dirigido por Tim Burton, ele apenas foi produtor e co-escritor. No entanto é inegável que a mão de Burton está por trás do génio deste  filme de 1993.
Jack Skellington, o Rei das Abóboras, é a mais assustadora e importante personagem por trás do sucesso do dia de Halloween. Farto da mesma rotina todos os anos, Jack descobre uma floresta onde encontra as portas para as outras festividades, caindo na cidade de Natal. Ao deparar-se com um mundo novo, Jack fica obcecado com o Natal (não ficamos todos?) e tenta tomar lugar do Pai Natal, arruinando esta época de felicidade com encontros e presentes totalmente bizarros e aterradores.
Envolta nesta trama, está a história romântica de Sally, uma boneca de trapos que se apaixona por Jack. Graças a ela, Jack encontra o que faltava para cobrir o vazio da rotina.
Admito que todos os anos me debato se este é um filme de Halloween ou de Natal mas como gosto tanto dele, resolvo o meu problema ao vê-lo nas duas épocas. Acho bastante interessante como as personagens mais assustadores lidam e finalmente compreendem qual a verdadeira mensagem do Natal. É amorosamente creepy. 


The Haunted Mansion

Quem não se lembra deste filme passar todos os anos na SIC ou na TVI? Lançado em 2003, com Eddy Murphy no papel principal, os únicos gritos que este filme nos dá são na forma de gargalhadas. 
Jim Evers é um agente imobiliário que nunca recusa um trabalho, deixando a família para segundo plano. Quando, para vender uma propriedade, lhe dizem que tem de passar uma noite numa mansão, Jim nem pensa duas vezes e leva a sua família consigo. 
A trama começa a intensificar-se quando Megan e Michael, os seus filhos, encontram um retrato de uma mulher muito parecida à sua mãe, Sara, no sótão. A partir daí, os segredos começam a revelar-se principalmente sobre os ocupantes da casa, o seu dono, Edward Gracey, e o porquê daquela família não poder abandonar a mansão. Graças a esta aventura, Jim compreende o quão importante é a família.
Este é um filme bem menos assustador e bizarro que os anteriores, focando-se maioritariamente nos elementos de comédia e fantasia.


Frankenweenie

O mais recente da lista. Lançado em 2014, o remake animado da curta homónima de 1984 mantém o mesmo director: Tim Burton.
Sparky é o animal de estimação e o melhor amigo de Victor. Quando subitamente morre atropelado, o jovem não consegue ultrapassar as saudades que sente da sua maior companhia.
Após uma aula de ciências com o seu bizarro professor, Victor estuda detalhadamente como pode trazer Sparky de volta através da ciência e de uma tempestade que se aproxima. Contra toda as leis da física, a experiência resulta e Sparky regressa do mundo dos mortos.
O problema surge quando os seus colegas descobrem o segredo de Victor, acreditando que tudo não passa de uma forma de ganhar a feira de ciências. Ao revelar o segredo da ressurreição, os seus colegas criam um exercito que animais de estimação mutantes que põe em risco toda a cidade e, acima de tudo, a existência de Sparky. 
Este é o filme mais amoroso da lista. Mostra na perfeição a relação de amor que se cria entre o homem e os seus animais de estimação. Por outro lado, ao bom estilo de Burton, a animação é capaz de dar arrepios só de olhar para os grandes olhos espelhados e sem expressão das personagens.


Ficaram entusiasmados para esta pequena saga?
Quais os vossos filmes de Halloween favoritos? Já viram alguns destes?
Só por curiosidade, costumam fazer alguma coisa de especial neste dia? 

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

O fim-de-semana são dois dias mas os filmes dão para três

Sem ideias para posts, fotografias tiradas ou novidades a partilhar, lembrei-me de vos mostrar alguns trailers de filmes para ver nos próximos tempos.
Prometo que aproveito o fim-de-semana para recarregar energias para o blog!


Posso-vos confidenciar, assim de modo exclusivo, que o trailer d'O Principezinho transmite muito bem como vai ser o filme. Sugestão: levem lenços.

Curiosos com algum destes filmes? O que planeiam ver este fim-de-semana? 

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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Pride



Na faculdade, escolhi o meu major em estudos ingleses e norte-americanos. Portanto, quando me foi pedido, durante o estágio, para escrever um artigo sobre a estreia do filme Pride, fiquei completamente estática: finalmente podia aplicar os meus conhecimentos! Isto até me aperceber que tinha cerca de 300 palavras para o fazer e o entusiasmo cair por terra. 

Como sou um bocadinho preguiçosa e também porque não consigo arranjar palavras melhores para descrever o filme, vou transcrever o artigo em questão: 

"Em 1984, ano em que a infame Margaret Thatcher era Primeira Ministra de Inglaterra, um dos maiores marcos históricos pertence à luta dos mineiros, responsáveis pela maior fonte de riqueza do país, por melhores condições de trabalho. Através de greves e piquetes, os mineiros tornaram-se, para Thatcher, inimigo público. Mas há um grupo que lhes decide dar a mão: os homossexuais. Assim surge a premissa para Pride, a comédia histórica realizada por Mattew Warchus.
Quando um grupo de activistas homossexuais se apercebe que partilham os mesmos inimigos que os mineiros - Thatcher, a polícia, a imprensa e o público -, decide propor unir forças e lutar pela igualdade... com resultados hilariantes. Criam-se laços de amizade, aprendem-se coisas novas (por exemplo, nem todas as lésbicas são vegetarianas), enquanto lutam por uma causa maior. Paralelamente, Pride também conta a história de Joe (George Mackay), um homossexual que, sem os pais saberem, apoia os mineiros junto dos activistas. (...) Pride marca ainda a reunião de Bill Nighy (Cliff) e Imelda Staunton (Hefina) após Harry Potter e os Talismãs da Morte I."
Texto por Marta Rodrigues in ELLE Novembro 2014, p.70



Quando vi o filme fiquei maravilhada. É uma excelente reconstrução histórica de eventos reais que, para nós, nos parece uma realidade horrível. É interessante ver como as opiniões dos mineiros vão mudando à medida que vão conhecendo o grupo. Todas as personagens crescem imenso e é engraçadíssimo acompanhar esse processo em cerca de uma hora e meia.

O equilíbrio entre os elementos dramáticos e a comédia está muito bem conseguido. Não tenho melhores palavras do que aquelas que surgem num dos posters promocionais: "Vão rir tanto quanto vão chorar". Outro elemento que me ajudou a adorar o filme foi a banda sonora. Há muitos clássicos dos anos 80 que adoro e quando ouvi The Smiths, Queen, Pet Shop Boys, Joy Division e músicas como Tainted Love, You Spin Me Round e Red Red Wine, andei logo à procura da banda sonora para colocá-la no telemóvel. 

Penso que seja o melhor filme britânico que já vi. Possivelmente até o vou rever esta noite. Deixo-vos o trailer para que se possam juntar a mim.


Já viram este filme? Se sim, o que acharam? A história parece-vos interessante? 

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terça-feira, 23 de junho de 2015

O entusiasmo é irreal

O que é? Filme de animação, claro!
Dos criadores de Despicable Me vem agora The Secret Life of Pets!
A sério, ainda só saiu o trailer e já tenho personagens favoritas.


Eu uma Chloe que aspira ser uma Gidget. O Max é amoroso, quero adoptá-lo e cães salsicha são os melhores amigos de sempre e não aceito que me digam o contrário.
O trailer não revela muito do enredo mas história vai focar-se no pequeno Max e no seu novo e inesperado companheiro, Duke. Apesar de os dois não serem imediatamente os melhores amigos (imagino que seja uma relação Garfield e Oddie), são obrigados a unir forças contra um amoroso coelhinho chamado Snowball que reuniu um exército que animais abandonados com a intenção de se vingar dos animais que vivem felizes com os seus donos.
Ficaram entusiasmados? Fico sempre a sofrer quando vejo trailers que adoro e depois tenho de esperar um ano para ver o filme! 

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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Filmes da Disney que merecem mais atenção

Não sei quantas vezes já disse por aqui que sou fã ferrenha da Disney. Como muita gente se sente em relação ao futebol, eu sinto-me com a casa de animação mais famosa do mundo. Não há nada a fazer, acho que esta parte de mim nunca vai crescer. 
Por ser assim tão... digamos dedicada à animação, já vi muitos filmes que acho que não receberam a atenção que mereciam. Há filmes que recebem tanta atenção que quase tornam o filme insuportável *cof Frozen cof* enquanto há outros que quase nem se ouve falar por muito bons que sejam. Por essa razão, decidi apresentar-vos a minha lista de filmes da Disney que acho que mereciam mais apreciação por parte do público.

Papuça e Dentuça. Qual Rei Leão qual quê, este foi o primeiro filme que destruiu o meu coração. É um filme bem divertido, com elementos de drama, que conta a história da amizade entre uma jovem raposa domesticada e de um cachorrinho de caça. À medida que crescem, os dois tornam-se inimigos porque o dever do cachorro é caçar raposas.
O filme é fantástico, nem sei sei quantas vezes já o vi. Penso que é uma excelente história para crianças, talvez um pouco menos infantil do que os filmes que a Disney produz actualmente. Ensina excelentes valores como a amizade e, numa visão mais adulta, mostra que a natureza humana é inúmeras vezes mais cruel que o mundo animal. Fora isso, a banda sonora é amorosa, com a magia da velha Disney.
Deixo-vos o trailer em que dá para sentir o "quente" da criação VHS (que o narrador estragou ao dizer pápuça).



Atlântida, o Continente Perdido. A-DO-RO este filme. Sinceramente, ainda me lembro de ter recebido uma Kida num Happy Meal e ter ficado toda contente. Só me apercebi do quão subestimado era quando o meu namorado me disse que nunca tinha ouvido falar. Depois fiz uma pequena pesquisa no Google a apercebi-me que o mal era geral, o filme praticamente não recebeu atenção.
O enredo centra-se no historiador Milo que vive na certeza que a lendária Atlântida é bem mais que um mito. Apesar de todos o acharem um louco, um velho amigo do seu avô descobre uma peça incontornável que os levam até à lindíssima Atlântida. Apesar dos locais viverem felizes, o futuro deste Continente está em perigo e só Milo pode ajudá-los. 
Além da história, o filme tem efeitos visuais lindíssimos. Não compreendo porque não foi mais aclamado porque tem todos os elementos no ponto. 

Bernardo e Bianca. Mais uma vez, velha Disney. Eu nem sei quantas vezes vi este filme quando era pequena. O filme baseado nos romances de Margery Sharp, foi um dos maiores sucessos de bilheteira da Disney, no entanto, quando falo dele, poucas são as pessoas que reconhecem o nome. 
É a história de dois ratinhos agentes da ONU, o corajoso Bernardo e a glamorosa Bianca (adoro-a) que, ao encontrar uma garrafa com um pedido de socorro, partem numa aventura para resgatar a orfã Penny raptada pela ladra de jóias Medusa.
Digam-me o que quiserem mas ratinhos da ONU são bem mais cool que muitas das ideias que a Disney lança ultimamente. Acho que é um filme de animação que pende para o drama e, provavelmente, é isso que faz com que muitos não se interessem por ele. Meus amores, só porque é animação não exige que a trama seja demasiado infantil. Essa é uma das razões porque o adoro.

O Planeta do Tesouro. A interpretação futurista do clássico de Stevenson, A Ilha do Tesouro (um dos meus livros favoritos).
O mapa do planeta do tesouro cai nas mãos do jovem rebelde Jim Hawkins que parte numa expedição em busca do tesouro perdido. Dentro do navio, fica à guarda do cozinheiro John Silver, que se torna uma espécie de figura paternal para Jim. Há traições, ganância, aprendizagem e, o que mais gosto, uma enorme evolução das personagens. 
Mais uma vez, acho que não teve a atenção que merecia porque não era tão infantil. Algo que adoro neste filme é a faixa "Estou Aqui". Acho-a super sentimental e ajuda imenso a compreender a personagem de Jim. Por vezes ouço-a só porque sim. 




Pacha e o Imperador. Um dos meus filmes favoritos da Disney. Acho uma blasfémia que o Kuzco não tenha entrado para a lista oficial de príncipes da Disney. Apesar de ter sido muito bem recebido nos EUA, acho que por cá não recebeu muita atenção, infelizmente.
Kuzco é um imperador mimado e horrível que chama Pacha, o chefe da aldeia, para avisá-lo que deseja que os habitantes se mudem para criar uma casa de férias. Apesar de ripostar, Pacha parte resignado. Muda a cena e aparece Izma, uma velha estilo Kris Jenner que deseja ser imperatriz custe o que custar. O problema é Kronk, o seu ajudante com o QI de um rabanete, que transforma Kuzco num lama. Ao tentar livrar-se dele, acaba por enviá-lo, por equivoco, com Pacha. Depois é uma hilariante luta de egos em que Pacha tenta ensinar o lama Kuzco a ser mais humano enquanto Izma e Kronk procuram o imperador para acabarem com ele de vez.
O filme é absolutamente hilariante. Acho que é dos filmes da Disney que me deixam mais bem disposta. 

O Caminho para El Dorado. Okay, não é da Disney, é da DreamWorks mas a animação e a trilha sonora foram compostos por vários artistas que trabalharam na Disney, portanto até é fácil confundir. À semelhança de Atlântida, aqui também se agarra em lendas para criar uma história. Desta vez, a lenda mistura-se com a História, visto que que o filme se desenrola durante as conquistas Espanholas do século XVI, tanto que o famoso conquistador Hernán Cortés é uma personagem no filme. 
Aqui o foco está sobre os dois amigos, Tulio e Miguel, que, ao serem apanhados a viciar um jogo de dados, acabam a bordo de um navio. Ao fugir, vão dar à costa de uma ilha misteriosa onde acreditam estar o paradeiro de El Dorado. Ao serem confundidos por Deuses, os amigos tentam sair da cidade ricos com o ouro mas as afinidades levam-nos a ajudar os locais que se encontram em crise. O filme é muito bom, não só pela história mas também pela criatividade visual.

Já viram algum destes filmes? Conhecem muitos filmes de animação que tenham sido  subestimados pelo público? xx

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sexta-feira, 17 de abril de 2015

#PopcornTime: 6 filmes para um fim-de-semana relaxado

Um bom fim-de-semana pede sempre um bom filme. Quer seja à tarde para fugir à bipolaridade do tempo ou à noite antes de adormecer, um filme é sempre uma boa escolha quer se esteja sozinho ou acompanhado. Por essa razão, decidi apresentar-vos 6 sugestões de filmes para aqueles fins-de-semana em que não apetece puxar muito pela cabeça mas que, ainda assim, pedem um enredo com alguma qualidade. Ora vejamos o que tenho para vocês.

Admito, sou uma aficionada por filmes animação. No entanto, para dar diversidade às sugestões, optei somente pelo Song of The Sea. Foi um dos nomeados ao Óscar de Melhor Animação deste ano e (perdoa-me Disney que estou prestes a falhar-te), na minha opinião, deveria ter sido o vencedor.
A trama foca-se em dois jovens irmãos que vivem numa ilha. A relação entre os dois não é a melhor, visto que o mais velho culpa a irmã da morte da mãe. O facto de a irmã de 6 anos ainda não falar ainda o irrita mais. Porém, Ben é obrigado a deixar as diferenças de lado e a aceitar que a irmã é um ser único e especial, tal como a sua mãe o era.
A história é fortemente baseada na mitologia Celta e as bases irlandesas do Director Tom Moore também são bastante visíveis. Para mim, a melhor parte é sem dúvida a animação. Fazendo lembrar ilustrações de livros infantis, o filme cria um imaginário mágico que condiz perfeitamente com a história. A banda sonora também é excelente, portanto apostem nele se querem um filme de família ou se, como eu, adoram animação.
Clicar na imagem para assistir ao trailer no YouTube.
Este é o típico filme de Sábado à tarde que passaria na TVI ou na SIC se ainda apostassem no cinema regularmente. É uma comédia simples, que nos deixa de bom humor sem perdermos muito tempo para avaliá-lo.
O enredo de Noivas em Guerra (Bride Wars) centra-se na história de duas melhores amigas (representadas por Anne Hathaway e Kate Hudson, ambas umas queridinhas) que, por equívoco, acabam a disputar o local dos seus casamentos de sonho. A coisa começa muito bem, mas a certa altura começam a jogar sujo na esperança que a outra abdique do seu local de casamento.
O filme já é de 2009, mas é daquelas comédias lamechinhas (que todos gostamos de vez em quando, sejamos sinceros) que se tornam intemporais. 
Além da história, podemos sempre desfrutar da bela Nova Iorque, do Plaza e dos vestidos de noiva Vera Wang
Clicar na imagem para assistir ao trailer no YouTube.
Uma das comédias mais vistas de 2010, o que não me surpreende. A história cómica e moderna, que se baseia parcialmente no clássico Scarlet Letter, ironiza brilhantemente a forma como os adolescentes no liceu se comportam. Tem como protagonista a hilariante (e giríssima, diga-se de passagem) Emma Stone. Na verdade, todo o elenco está muito bem escolhido e até podemos ver a Amanda Bynes bem fofinha antes de... bem, vocês sabem.
A história de Easy A centra-se num rumor. Rumor esse que a própria Olive ajudou a tornar viral. No entanto, em vez de o negar, ela decidiu deitar mais lenha para a fogueira e tornar-se a pessoa que todos diziam que ela era. O problema surge quando esse rumor ganha dimensões que já vão bem longe da sua zona de conforto e rapidamente a diversão de ser popular deixa de ser assim tão apelativa. O filme é super engraçado, a sério. Está bem pensado e roça ligeiramente no vulgar, sem o ser. Além de ser divertido, tem uma excelente moral, o que ajuda.
Clicar na imagem para assistir ao trailer no YouTube.
Ps. Só reparei na repetição do "para" depois de ter fechado a versão em Photoshop, por isso ignorem a repetição please.
Este não é uma boa ideia se acabaram um relacionamento recentemente. Não é lamechas e não é necessariamente triste, mas vai pôr sal na ferida, acreditem.
Para quem gosta daquele encanto específico da Zooey Dechanel aqui vão poder encontrá-lo a dobrar ao contracenar com Joseph Gordon-Levitt. Tanto que, graças a este filme, há uma multidão de fãs que ainda reza que eles fiquem juntos.
A chave de 500 Dias com Summer (500 Days of Summer) é descrita friamente no trailer. É uma história em que um rapaz conhece uma rapariga, ele procura desesperadamente a "tal", ela não acredita no amor. Estas duas realidades cruzam-se e acaba por acontecer o inesperado (inesperado mesmo, não é "ohohoho ela apaixona-se, boa, giro, next"). Para quem gosta de rock alternativo ou indie rock, a banda sonora vai deixar-vos deslumbrados. Se não for o caso, não se preocupem, vai haver muiiiito mais em que se podem focar.
Clicar na imagem para assistir ao trailer no YouTube.
Deixo-vos o clássico Boneca de Luxo (Breakfast at Tiffany's). Penso que, tal como eu pensava antes de o ver, este é um daqueles filmes que fica sempre pelo "tenho de ver um dia" e os dias passam, saem outros no cinema e vai ficando para trás. Mas acreditem, vai valer a pena. A adaptação do romance homónimo de Truman Capote marca um dos papéis mais emblemáticos da inspiradora Audrey Hepburn
A actriz representa a luxuosa Holly Gollightly (será?) numa Era de festas, aparências e de corrida desenfreada pelo luxo e dinheiro. Por baixo de tudo isso, há a verdadeira Holly, a que apenas o escritor Paul Varjak (flashbacks de Pretty Little Liars) consegue ver e relevar.
Este foi um filme verdadeiramente revolucionário. Não só para a indústria cinematográfica, como para a moda feminina. Tornou clássico o little black dress (no filme, da Givenchy) e deu-nos a fantástica música Moon River, que poderão ouvir no filme pela voz da própria Audrey. 
Clicar na imagem para assistir ao trailer no YouTube.
Por último, um dos meus favoritos de sempre, Meia-noite em Paris (Midnight in Paris). Quer dizer, Woody Allen, Paris e grandes escritores clássicos? Óbvio que é uma receita para o sucesso. O Óscar de Melhor Roteiro Original de 2012 que o diga. 
Tal como eu, Gil (Owen Wilson) é apaixonado por Paris. Ao contrário de mim, ele é escritor profissional. Quando se encontra na sua cidade de inspiração com a sua noiva, ele perde-se a passear à noite pelas ruas parisienses. Num desses passeios, depois da meia-noite, Gil encontra-se numa viagem no tempo para a Paris de 1920 onde frequenta as festas típicas dos anos 20 ao lado de grandes nomes das artes como Zelda e Scott Fitzgerald, Hemingway, Alice Toklas, Cole Porter e Josephine Baker.
Este cruzamento com História e Arte é feita de uma forma bastante mágica, romântica e basta relembrar o reportório de Owen Wilson para perceber que muito humor também está garantido.
Clicar na imagem para assistir ao trailer no YouTube.
 Ps. Só reparei depois que o gif tinha erros e já tinha fechado a versão do Photoshop, portanto *passado e ignorem a repetição please.
Já viram algum destes filmes? Digam-me se aproveitaram algumas das minhas sugestões para este fim-de-semana! xx

        

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